Service Details

Executivo Em Saúde

A experiência é o resultado visível de uma cadeia que o paciente não deveria precisar compreender.”

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A experiência é o resultado visível de uma cadeia que o paciente não deveria precisar compreender.”

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Atuar como Superintendente de Clientes no Grupo Mantevida me ensinou que, na saúde, o cliente nunca é apenas uma pessoa — e a experiência nunca pertence a uma única área.

Existe quem comercializa, quem administra, quem contrata, quem autoriza, quem presta o serviço, quem acompanha o resultado e, no centro de tudo, quem precisa de cuidado.

Corretoras, administradoras de benefícios, operadoras de saúde, hospitais, clínicas, laboratórios, centros de diagnóstico, profissionais assistenciais e grandes redes fazem parte de um mesmo ecossistema. Cada organização possui objetivos, sistemas, processos, indicadores e responsabilidades diferentes.

O desafio executivo é fazer com que toda essa complexidade não seja transferida para o beneficiário ou para o paciente.

Porque, para quem está buscando atendimento, pouco importa quantas empresas, contratos, áreas ou plataformas existem por trás daquela jornada. A pessoa espera algo muito mais simples: compreender o que precisa fazer, conseguir acesso ao serviço e ser cuidada com segurança, respeito e previsibilidade.

Na saúde, o cliente não cabe em uma única definição

Em muitos setores, é relativamente simples identificar quem é o cliente.

Na saúde, essa resposta pode mudar dependendo da etapa da jornada.

A corretora pode ser responsável pela primeira orientação e pela construção da expectativa. A administradora pode cuidar da relação com os beneficiários, das movimentações cadastrais e da operação do benefício. A operadora organiza cobertura, acesso, rede assistencial e sustentabilidade. Hospitais e clínicas transformam tudo isso em cuidado real.

A relação contratual acontece entre organizações, mas a experiência termina em uma pessoa.

É justamente essa característica que torna a gestão de clientes na saúde tão desafiadora.

Quem contrata nem sempre é quem utiliza.

Quem paga nem sempre é quem recebe o atendimento.

Quem autoriza nem sempre é quem executa.

Quem atende diretamente o paciente nem sempre possui todas as informações necessárias para explicar a jornada.

Quando essas partes trabalham de forma desconectada, o beneficiário passa a funcionar como mensageiro entre instituições. Ele precisa repetir informações, buscar autorizações, explicar regras, descobrir onde será atendido e tentar compreender processos que não foram desenhados para serem simples.

Minha responsabilidade, nesse contexto, é ajudar a transformar uma cadeia fragmentada em uma jornada coordenada.

A jornada começa antes de o paciente chegar ao hospital

É comum associar a Experiência do Paciente ao momento em que ele entra em uma unidade de saúde.

Mas a experiência começa muito antes.

Ela pode começar na conversa com uma corretora, na apresentação de um produto, na contratação de um plano, no recebimento de uma carteirinha, na consulta à rede credenciada ou na primeira tentativa de agendamento.

Uma promessa mal compreendida nessa etapa pode se transformar em frustração meses depois.

Por isso, a jornada precisa ser observada de ponta a ponta:

Expectativa
→ contratação
→ cadastro e elegibilidade
→ orientação
→ busca pelo serviço
→ autorização
→ agendamento
→ atendimento
→ continuidade do cuidado
→ relacionamento pós-atendimento

Cada etapa influencia a próxima.

Quando a informação inicial não está clara, o atendimento recebe uma expectativa que talvez não consiga cumprir. Quando o cadastro apresenta inconsistências, o acesso é interrompido. Quando a rede não está atualizada, o beneficiário procura um serviço que pode não estar disponível. Quando a comunicação entre as partes falha, a pessoa sente que ninguém conhece sua história.

Na saúde, uma falha pequena no processo raramente parece pequena para quem está do outro lado.

Corretoras: onde a expectativa começa a ser construída

As corretoras ocupam uma posição importante nesse ecossistema porque frequentemente participam do primeiro contato entre o cliente e a solução de saúde.

É nesse momento que começam a ser construídas percepções sobre cobertura, rede, acesso, diferenciais e qualidade.

Por isso, a relação com as corretoras não pode ser limitada ao momento comercial.

Ela precisa envolver informação atualizada, materiais claros, canais de apoio, alinhamento sobre produtos e compreensão real da jornada que será entregue depois da contratação.

Quando existe distância entre aquilo que é apresentado e aquilo que a operação consegue oferecer, o problema não termina na venda. Ele aparece no call center, na recepção, na ouvidoria, na rede assistencial e na confiança do cliente.

Uma experiência consistente exige que a promessa comercial e a capacidade operacional conversem entre si.

Meu papel nessa interface é contribuir para que a comunicação seja mais clara e para que as expectativas sejam construídas com responsabilidade.

Vender uma solução de saúde não é apenas apresentar benefícios. É assumir um compromisso com a experiência futura daquela pessoa.

Administradoras: a ponte entre contratos, vidas e relacionamento

As administradoras de benefícios também exercem uma função essencial na continuidade da jornada.

Dependendo do modelo de operação, elas participam de atividades relacionadas a cadastro, movimentação de beneficiários, comunicação, suporte, relacionamento e orientação sobre o benefício.

É uma atividade que exige precisão.

Uma informação cadastral incorreta, uma movimentação não processada ou uma comunicação incompleta pode impedir o acesso de uma pessoa justamente quando ela mais precisa do serviço.

Por isso, a interface com as administradoras precisa ser sustentada por processos claros, responsabilidades definidas, canais de escalonamento e acompanhamento dos casos.

Não basta encaminhar uma solicitação.

É necessário saber:

  • quem recebeu;

  • quem é responsável;

  • qual é o prazo;

  • em que etapa o caso está;

  • qual devolutiva será oferecida;

  • como evitar que o mesmo problema aconteça novamente.

A experiência melhora quando deixamos de tratar situações isoladas e começamos a identificar padrões.

Uma reclamação resolve um caso.

Um aprendizado bem aplicado melhora o sistema.

Operadoras de saúde: equilibrar acesso, qualidade e sustentabilidade

A relação com operadoras exige uma visão ampla.

Não estamos falando apenas de contratos ou autorizações. Estamos falando de acesso, rede assistencial, capacidade operacional, qualidade, comunicação, custos, indicadores, regras do setor e continuidade do cuidado.

Cada decisão pode gerar efeitos em diferentes pontos da jornada.

Uma mudança de regra precisa ser compreendida por quem atende.

Uma atualização de rede precisa chegar aos canais de relacionamento.

Uma orientação comercial precisa estar alinhada à operação.

Uma autorização precisa ser traduzida em acesso real.

Um indicador precisa gerar decisão, e não apenas compor uma apresentação.

Atuar na interface com operadoras significa construir uma relação de parceria que considere tanto a sustentabilidade do sistema quanto a experiência do beneficiário.

A experiência não pode ser analisada como um elemento separado do resultado operacional.

Quando o acesso é confuso, aumentam os contatos repetidos.

Quando a informação está fragmentada, cresce o retrabalho.

Quando a jornada falha, aparecem cancelamentos, reclamações, desperdícios e perda de confiança.

Cuidar da experiência também é cuidar da eficiência.

Hospitais e clínicas: onde a promessa se torna realidade

Hospitais e clínicas são os lugares em que tudo aquilo que foi contratado, comunicado, autorizado e planejado finalmente se transforma em experiência concreta.

É onde o paciente encontra pessoas.

Recepcionistas, equipes de agendamento, profissionais assistenciais, técnicos, lideranças, áreas administrativas e equipes de apoio participam de diferentes momentos da jornada.

Nesse ambiente, a experiência não depende apenas de cordialidade.

Ela depende de:

  • informação correta;

  • segurança;

  • organização;

  • tempo;

  • comunicação;

  • preparo da equipe;

  • integração entre setores;

  • continuidade;

  • capacidade de resolver situações inesperadas.

Uma recepção acolhedora é importante, mas não compensa um processo completamente desorganizado.

Da mesma forma, um sistema eficiente não substitui a sensibilidade necessária para atender alguém que está com medo, com dor ou preocupado com um familiar.

A gestão precisa equilibrar estrutura e humanidade.

Meu trabalho no Grupo Mantevida envolve olhar para essa experiência de maneira sistêmica. Isso significa compreender o que o paciente percebe, mas também investigar o que acontece nos bastidores para produzir aquela percepção.

Muitas vezes, um problema que aparece na recepção nasceu muito antes: em uma regra, em um cadastro, em uma agenda, em uma integração, em uma informação incompleta ou em uma decisão não comunicada.

O atendimento é onde o problema se torna visível.

A origem pode estar em qualquer ponto do ecossistema.

Nos fluxogramas, a jornada é linear. Na vida real, não.

Em uma apresentação, a jornada do paciente pode parecer simples.

Na prática, ela possui retornos, interrupções, exceções, dependências e situações que nenhum fluxo consegue prever totalmente.

Um beneficiário pode começar pelo aplicativo, continuar pelo telefone, enviar documentos por outro canal, comparecer à unidade e depois procurar atendimento novamente para entender o resultado.

Se os canais não compartilham contexto, cada contato parece um novo começo.

É por isso que a gestão de clientes não pode ser organizada apenas por departamentos.

O paciente não enxerga organogramas.

Ele enxerga uma única organização.

Quando uma área diz “isso não é comigo”, a pessoa não percebe uma divisão interna de responsabilidades. Ela percebe que a instituição não conseguiu ajudá-la.

O desafio executivo é construir continuidade entre canais, unidades, equipes e parceiros.

Fazer interface com grandes redes exige tradução e governança

Trabalhar com grandes redes amplia as possibilidades de acesso, mas também aumenta a complexidade da operação.

Cada organização pode possuir:

  • sistemas diferentes;

  • nomenclaturas próprias;

  • regras operacionais específicas;

  • prazos distintos;

  • modelos de atendimento;

  • estruturas de decisão;

  • canais de suporte;

  • indicadores e prioridades particulares.

Uma das funções mais importantes nessa interface é a tradução.

É preciso transformar uma necessidade do paciente em demanda operacional, uma regra contratual em orientação compreensível, um dado em decisão e um problema recorrente em melhoria de processo.

Também é necessário criar governança.

Governança não significa aumentar a quantidade de reuniões. Significa deixar claro:

  • quem decide;

  • quem executa;

  • quem acompanha;

  • quem comunica;

  • quando uma situação deve ser escalada;

  • qual é a fonte oficial da informação;

  • como o resultado será medido.

Sem essa estrutura, os problemas circulam entre organizações sem que alguém assuma a responsabilidade pela resolução completa.

Com governança, cada parte conhece sua função, mas ninguém perde de vista a jornada como um todo.

O papel da Superintendência de Clientes

É fácil imaginar que uma Superintendência de Clientes cuida apenas de atendimento.

Na prática, o trabalho começa antes de o telefone tocar e continua depois que a pessoa deixa a unidade.

Minha atuação está na interseção entre estratégia, operação e experiência.

Isso envolve conectar:

Pessoas
+
Processos
+
Canais
+
Dados
+
Tecnologia
+
Cultura
+
Resultados

A agenda executiva não pode ficar restrita ao acompanhamento de volume de ligações, tempo de espera ou quantidade de reclamações.

Esses indicadores são importantes, mas precisam ser interpretados dentro da jornada.

Uma elevação de contatos pode indicar uma comunicação que não funcionou.

Uma fila de agendamento pode revelar um problema de capacidade.

Uma reclamação recorrente pode demonstrar que uma regra está sendo aplicada de maneira inconsistente.

Uma queda de satisfação pode estar relacionada a uma etapa que nem pertence formalmente à área de clientes.

Por isso, gosto de pensar a Superintendência de Clientes como uma área de inteligência sobre a experiência.

Ela escuta o que o cliente diz, observa o que a operação entrega, identifica os pontos de ruptura e ajuda a organização a transformar sinais em decisões.

O cliente não precisa entender nossa complexidade

O sistema de saúde é naturalmente complexo.

Existem contratos, coberturas, autorizações, especialidades, agendas, protocolos, unidades, redes, regras e responsabilidades diferentes.

Essa complexidade é real, mas não deve ser completamente transferida para o cliente.

Nosso trabalho é absorver complexidade e devolver clareza.

Isso significa:

  • oferecer informações compreensíveis;

  • reduzir repetições;

  • conectar canais;

  • orientar com segurança;

  • acompanhar solicitações;

  • explicar próximos passos;

  • assumir responsabilidade pela continuidade.

Nem sempre será possível dar ao cliente a resposta que ele gostaria de receber.

Mas sempre deve ser possível oferecer uma resposta clara, respeitosa e responsável.

Uma experiência de qualidade não significa dizer “sim” para tudo.

Significa não deixar a pessoa perdida.

Tecnologia como meio para criar continuidade

A tecnologia ocupa uma posição importante na construção dessa experiência.

CRM, automação, inteligência artificial, integrações, canais digitais, dashboards e plataformas podem reduzir etapas, organizar informações e ampliar a capacidade de atendimento.

Mas tecnologia sem processo apenas digitaliza a desorganização.

Antes de implementar uma ferramenta, é necessário compreender:

  • qual problema será resolvido;

  • quem utilizará a solução;

  • qual informação precisa circular;

  • qual comportamento deve mudar;

  • quais integrações são necessárias;

  • como o resultado será acompanhado.

Na minha atuação, procuro aproximar tecnologia e operação.

Não para substituir o relacionamento humano, mas para retirar das equipes tarefas repetitivas, oferecer mais contexto e permitir que as pessoas dediquem atenção ao que realmente exige julgamento, sensibilidade e cuidado.

A tecnologia deve tornar o sistema mais inteligente para que a experiência possa ser mais humana.

A liderança acontece na linha de frente

Nenhuma estratégia de experiência funciona sem as pessoas que entregam o cuidado e o atendimento diariamente.

É possível criar mapas de jornada, manuais, indicadores e plataformas excelentes. Mas a experiência será determinada pela capacidade da equipe de compreender o propósito, tomar decisões e agir diante de situações reais.

Por isso, desenvolvimento de pessoas faz parte da gestão de clientes.

Treinamento não pode ser apenas transmissão de conteúdo.

Ele precisa gerar:

  • clareza sobre o papel de cada profissional;

  • compreensão da jornada;

  • autonomia responsável;

  • capacidade de comunicação;

  • domínio dos processos;

  • compromisso com o resultado;

  • aprendizado a partir dos erros.

Liderar nesse ambiente também exige ouvir.

As equipes que estão na linha de frente percebem falhas que ainda não chegaram aos relatórios. Elas conhecem as perguntas que se repetem, as orientações que geram dúvidas e os processos que não funcionam como foram desenhados.

Quando a liderança escuta essas equipes, a operação aprende mais rápido.

O que essa experiência tem me ensinado

Atuar como Superintendente de Clientes em um ecossistema formado por corretoras, administradoras, operadoras, hospitais, clínicas e grandes redes ampliou minha compreensão sobre gestão em saúde.

Alguns aprendizados se tornaram especialmente importantes.

A jornada não pertence a uma única organização.

Cada instituição controla uma parte do processo, mas o cliente vive o conjunto.

Experiência e eficiência não são objetivos opostos.

Processos claros, informações corretas e canais integrados melhoram a experiência e reduzem desperdícios.

O problema percebido nem sempre nasceu onde apareceu.

É preciso investigar a cadeia completa antes de corrigir apenas o ponto visível.

Escala exige padrões.

Grandes redes precisam de diretrizes comuns, indicadores compartilhados e espaço para adaptações locais responsáveis.

Tecnologia não elimina a necessidade de gestão.

Quanto mais ferramentas existem, maior é a necessidade de integração, governança e clareza.

A confiança é construída na consistência.

Uma boa experiência isolada encanta. Uma experiência confiável, repetida ao longo do tempo, constrói relacionamento.

De gestor de atendimento a executivo de saúde

Minha trajetória profissional começou fortemente conectada ao atendimento e à Experiência do Paciente.

Essa experiência continua sendo uma parte central da minha identidade, mas hoje percebo o atendimento como uma porta de entrada para uma visão muito mais ampla.

Para melhorar uma experiência, é necessário compreender estratégia, processos, tecnologia, pessoas, capacidade assistencial, contratos, canais, indicadores e sustentabilidade.

A evolução natural da minha atuação tem sido esta:

Atendimento
→ Experiência
→ Gestão de Clientes
→ Gestão sistêmica da saúde

Atuar no Grupo Mantevida tem me permitido compreender o setor a partir de diferentes perspectivas e participar da conexão entre organizações que, embora possuam responsabilidades distintas, compartilham um mesmo compromisso: fazer o cuidado chegar às pessoas.

Ainda existem muitos desafios.

A saúde continuará sendo um ecossistema complexo, regulado, sensível e operacionalmente exigente.

Mas existe uma convicção que orienta meu trabalho:

A complexidade pode existir nos bastidores. Para o paciente, a jornada precisa fazer sentido.

O cuidado é o resultado de uma rede

Nenhum hospital cuida sozinho.

Nenhuma clínica entrega toda a jornada.

Nenhuma operadora controla cada contato.

Nenhuma corretora consegue garantir a experiência sem a participação da operação.

Nenhuma tecnologia resolve o que as organizações não decidiram organizar.

O cuidado é o resultado de uma rede.

Atuar como Superintendente de Clientes é ajudar essa rede a conversar, aprender e evoluir.

É aproximar o contrato da experiência.

A estratégia da operação.

O indicador da decisão.

A tecnologia das pessoas.

E todas essas dimensões daquilo que realmente importa: a vida de quem confia em nós para cuidar da sua saúde.



🤩 Métricas

Mensuração da experiência do consumidor por meio de métricas globais como: Net Promoter Score, Customer Satisfaction Score, Customer Effort Score e pesquisas qualitativas com o consumidor.

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📍 Jornada

Desenho de todos os pontos de contato do cliente atuais e o desenho da experiência ideal.

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🧠 Cultura

A cultura customer centric (ou centrada no cliente) é uma abordagem de negócios que coloca o consumidor no centro de todas as decisões e estratégias.

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📂 Governança

Metodologia que direciona, controla e orienta iniciativas voltadas para a experiência do cliente, garantindo que estejam alinhadas à estratégia de negócios e proporcionem valor

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